segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Um pouco da minha história...

Na verdade, analisando friamente, nem eu mesmo sei como fui parar no carnaval. Ou melhor: sei sim – estava no sangue!
Investigando minha família, não encontrei nenhum antepassado que fosse do ziriguidum, nem do balacobaco.
Da minha parte, como filho temporão, via meus pais, Enio e Yara, levarem meus irmãos bem mais velhos aos Bailes do Partenon Tênis Clube, na Av. Bento Gonçalves. Eu, ainda criança, ficava na casa de uma tia-avó, chamada Araci. Este morava na Rua Coronel Vilagran Cabrita, bem nos fundos do Salão do Partenon Tênis Clube. Então, passava as noites ouvindo as marchinhas e acabava “pulando” num quarto decorado de forma improvisada pela Tia Araci.
Tenho certeza de que foi ai, que o “mosquito do carnaval” me picou. Por dois anos, 1979 e 1980, desfilei no bloco Alegríssimo, também do Partenon e no ano seguinte tomei a decisão: quero mais, quero desfilar numa Escola de Samba.
Com 16 anos, numa época em que com essa idade ainda éramos crianças, resolvi ir sozinho, bater na quadra do Acadêmicos da Orgia. Confesso que não me senti muito à vontade. Lembro-me que ao entrar ouvi de um grupo: Chiii pingou leite! Não dei bola. Fui e escolhi uma fantasia de destaque de ala (na época era o máximo) e desfilei ao som: Hoje eu sou o Astro, Hoje o Astro sou eu....
De lá para cá a minha paixão pelo carnaval, só aumentou.
Desfilei em várias escolas e tribos, em alas, em carros, ...
E eis que em dezembro de 1997, surge o convite para que eu concorresse a Rei Momo de Porto Alegre.
Num primeiro momento, fiquei assustado com a idéia. Ser o representante daquela manifestação que eu tanto amava... que compromisso.
Com o incentivo de familiares (aqui destaco minha irmã Maria Helena, minha primeira incentivadora) e de vários amigos, me inscrevi. Diga-se de passagem, no último dia e na última hora.
Concorri e venci! Reinei nos anos de 1998 a 2000.
Depois eu conto como foi cada uma destas cortes!

terça-feira, 27 de abril de 2010





Echarpe mostarda com flores frente e verso das duas pontas. Valor R$ 60,00


Sara Noronha, Princesa do Carnaval de Porto Alegre e Miss Gravataí 2007, com colar jabout vermelho (R$ 30,00) e pulseiras forradas de fitas (R$ 12,00 cada).


Ana Paula Preto mostra colares pretos com peças acrílicas e rolinhos de fita, valor médio 30,00.

Gabriela Franarin mostra echarpe roxa com flores em tafetá, valor 50,00. Flor grande de lapela ou cabelo no valor de R$ 12,00.

Colar de pérolas cinza com flor de organza e cetim (gigante!!!), valor R$ 40,00. Pulseira forada de fita de cetim cinza com bordados e pingente, valor R$ 12,00.

sexta-feira, 23 de abril de 2010





Bolsa de tricê com fitas de gurgurão. Reversíveis, Vários desenhos e cores. Valor: R$ 40,00.
Colares bordados em zipers, de várias cores. Sucesso total! Valor R$ 30,00.

sexta-feira, 16 de abril de 2010



Na foto, Renata, Princesa do Carnaval 2009, mostra mais duas peças da coleção 2009. A primeira é uma echarpe de fitas pretas e uma flor gigante de organza de mesma cor (o conjunto custa R$ 60,00). A segunda um poderoso colar de peças acrílicas e rolinhos de fitas douradas (valor R$ 40,00).

quinta-feira, 15 de abril de 2010


Segue ai o esboço da nova logo da grife... eta reizinho enrolado este!!!

quarta-feira, 14 de abril de 2010



Foto do burburinho no camarim do Desfile da grife "Um Rei Fazendo Fita" na Associação Israelita, no Mix Bazaar, em setembro de 2009. Bem a frente, a Rainha do Carnaval 2009, Vivian Trindade




Ainda peças da coleção 2009. A primeira, colar médio de botões madrepérola (valor R$30,00) e a segunda, colar longo de joaninhas e flores de tecido (valor R$ 25,00).

Algumas imagens da coleção 2009.

Colar com peças acrílicas e rolinhos de fita, acompanhado de flores em cetim e organza. Valor: R$ 35,00

Um Rei Fazendo Fita

Porque este nome?
Artesanato e Carnaval sempre fizeram parte da minha vida.
Desde criança, por ser o filho temporão, sempre analisei meus irmãos mais velhos.
Quanto ao carnaval, via meus pais levando-os para os bailes. E eu... só olhando e curtindo a função das fantasias e da alegria.
Já o artesanato, filho de arquiteto e de uma dona de casa de mão cheia, sempre convivi com novas idéias, criações mirabolantes, ... e só ali, de olho.

Daí a começar foi num tapa!

Passagens pela arquitetura, artes plásticas,... e principalmente curiosidade, fizeram com que me tornasse um artesão.

Mas e este nome, porque? Ora, sou o Rei Momo de Porto Alegre e adoro fazer artesanato, principalmente a base de fitas, portanto: UM REI FAZENDO FITA.